Avaria priva população dos sinais da Rádio e Televisão no Cubal




Cubal - O município do Cubal, 171 quilómetros a sudeste da cidade de Benguela, está a sete dias privada dos sinais da Rádio Nacional de Angola e da Televisão Pública devido à uma avaria registada no grupo gerador do centro emissor localizado na região.
Em declarações hoje à Angop, o responsável do centro de informação e documentação da administração municipal do Cubal, Manuel Lima, disse que tal facto está a causar sérios constrangimentos aos utilizadores destes órgãos de informação, uma vez que o país está em franco desenvolvimento.
Avançou que a paralisação da emissão do sinal do canal "A", da Rádio-5, da grelha de programas do centro de produção local adstrito ao grupo RNA e das emissões do canal 1 da Televisão Pública de Angola deixa a população sem informação actualizada.
 Angop apurou que, desde a instalação deste centro emissor em 2007, três geradores, dos quais dois entregues pela direcção provincial da comunicação social em Benguela e este último de 15 Kva pela administração municipal local, em Fevereiro deste ano, estão avariados, sem possibilidades de recuperação.
 Para atenuar a situação, as entidades locais sugerem a colocação de painéis solares.
Contactos estão a ser feitos, através dos órgãos competentes da província, para a reposição normal dos sinais da Rádio e da Televisão, a fim de manter a população informada.
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Alto Catumbela luta para evitar tragédia ecológica



Na antiga fábrica de celulose do Alto Catumbela há produtos químicos mal acondicionados que são um perigo para a saúde pública e podem provocar um desastre ambiental. A unidade fabril encerrou em 1983 e desde então os químicos utilizados na produção de pasta de papel ficaram armazenados, mas sem os cuidados especiais que exigem.
À entrada do complexo industrial, agora com o equipamento enferrujado, a equipa de reportagem do Jornal de Angola foi recebida pelos guardas das instalações que aconselharam a não entrar com a viatura no interior das instalações fabris.
Evaristo Kalumbo, já na casa dos 60 anos, coordena a comissão de gestão da Companhia de Celulose e Papel de Angola desde a sua paralisação nos anos 80. Foi ele que mostrou o actual estado das instalações que ameaçam ruir.
Evaristo Kalumbo avisou que não existe equipamento de protecção contra produtos tóxicos. E descreveu a fábrica nos seguintes termos: “nós estamos muito preocupados com esta situação, que já vigora há 30 anos. Estiveram várias delegações oficiais, mas até aqui nenhuma resposta nos foi dada”, disse.
Fomos ver o armazém onde deflagrou um incêndio no dia 28 de Março de 2011. O edifício foi totalmente consumido pelo fogo porque no Alto Catumbela não há bombeiros nem a velha fábrica tem material de combate aos incêndios.
“Neste local houve um incêndio de grandes proporções que nós tentámos apagar com areia e água, mas não conseguimos. Estávamos a lidar com produtos tóxicos, queríamos apenas apagar o fogo, porque temíamos que o incêndio alastrasse a outras áreas e provocasse uma catástrofe.
Felizmente foi possível conter o incêndio, após a chegada dos bombeiros de Benguela, mas todas as pessoas que ajudaram, sem a devida protecção, como eu próprio, passaram mal e fomos obrigados a ir ao Hospital da Ganda porque inalámos gases tóxicos”, explicou Evaristo Kalumbo.


O encarregado das instalações desde então ficou a perceber o perigo que representam os produtos químicos armazenados na velha fábrica, sem os devidos cuidados: “o apelo que faço é que sejam retirados estes produtos daqui, porque senão os 122 trabalhadores acabam por contrair doenças irreversíveis se é que já não contraíram”.
Evaristo Kalumbo recorda que foi internado três vezes no Hospital Municipal do Cubal e outras duas no Hospital Municipal da Ganda, “por ter constantemente tosse e dores no tórax”.O coordenador da comissão de gestão da antiga fábrica de papel disse que o diagnóstico do seu primeiro internamento revelou uma intoxicação por exposição a produtos tóxicos.


Pasta de papel



Paralisada desde 1983, depois do rapto pela UNITA dos técnicos estrangeiros que ali trabalhavam, a Companhia de Celulose e Papel de Angola (CCPA) sofreu o primeiro incêndio em 1996, após o desabamento do tecto de um dos armazéns de produtos químicos.

O coordenador da comissão de gestão da celulose lembra que nessa altura sete cabeças de gado que se alimentaram com o capim dos arredores da fábrica tiveram morte imediata. O incêndio libertou produtos tóxicos que poluíram tudo à volta: “até os produtos hortícolas das lavras da população das redondezas ficaram afectados”, disse.
Evaristo Kalumbo recordou que durante a tentativa de extinção do incêndio de 1996, os trabalhadores ficaram expostos aos gases tóxicos durante muito tempo: “penso que foi nessa altura que tudo começou a acontecer-me.
Daí em diante, de oito em oito dias sinto-me mal e tenho que procurar os serviços de um médico devido à tosse, e sinto uma grande dor no peito”. A fábrica não tem máscaras, luvas e botas, desde que paralisou há quase 30 anos.


Perigo permanente



Evaristo Kalumbo diz que foram enviados vários relatórios ao Governo Provincial de Benguela, ao Ministério da Indústria e ao Instituto de Desenvolvimento Industrial de Angola, mas nunca houve resposta.
Depois disso, prosseguiu, os membros da comissão de gestão começaram a manifestar publicamente a sua inquietação em relação à sua situação e, face a esse clima, delegações do governo da província, do Instituto de Desenvolvimento Industrial e mais recentemente uma equipa de especialistas das Forças Armadas Angolanas visitaram a fábrica e no final produziram um relatório que foi encaminhado às autoridades centrais: “tenho a certeza que agora alguma coisa vai ser feita para evitar uma tragédia”.


Entidade  gestora



O Instituto de Desenvolvimento Industrial de Angola é a instituição que gere os destinos da Companhia de Celulose e Papel de Angola desde 1996, com base no Decreto nº 46/83, de 15 de Março, publicado no Diário da República a 3 de Janeiro de 1996.“Todos os produtos químicos que aqui estão acondicionados em tanques e no armazém estão numa fase de saturação e por isso se entrarem em contacto com o ambiente, podem provocar uma tragédia”, alertou o coordenador da comissão de gestão.São 20 toneladas de produtos químicos diversos que a fábrica acomoda de forma precária.

Há sulfato de alumínio, enxofre, cloro, clorato de sódio e resinas, mas o cloro e o clorato de sódio são altamente tóxicos e inflamáveis, por isso representam um perigo permanente, porque a explosão de uma botija de cloro ou a deflagração de um incêndio no armazém que acomoda o clorato de sódio, pode provocar uma grande tragédia na região.
“Se deflagrar mais um incêndio na fábrica é um grande perigo para a população da Babaera e do Alto Catumbela”, referiu Evaristo Kalumbo, para quem a população da Ganda também está em risco.
Evaristo Kalumbo revelou que dos 21 mil habitantes da Babaera e Alto Catumbela “apenas nós sabemos que muita gente pode estar exposta aos efeitos nocivos dos produtos químicos e tóxicos”.
O Alto Catumbela fica a 20 quilómetros da sede do município da Ganda. A Oeste, a 60 quilómetros, está o município de Tchinjendje, na província do Huambo, cujas populações podem também ser atingidas em caso de uma catástrofe na fábrica do Alto Catumbela.  Além da comuna da Babaera, o município da Ganda integra igualmente as comunas de Ebanga, Casseque e Chicuma.


Medidas em marcha



De acordo com a directora provincial da Indústria e Geologia e Minas, Augusta Pinto, da análise feita pelo governo de Benguela, em parceria com o Ministério da Indústria, surgiu um acordo com uma empresa angolana denominada “Águas de Angola”, que vai remover da fábrica todos os produtos químicos que representam um perigo para o ambiente e para a população do município da Ganda e municípios vizinhos.
Augusta Pinto garantiu que os trabalhos de remoção, que começam nos próximos dias, são executados em três fases. A primeira serve para travar de imediato a contaminação e a possibilidade de contacto das pessoas com os produtos tóxicos. Depois é criado um aterro controlado desses produtos e na terceira fase são desmantelados os reservatórios em condições de segurança: “até ao final do cacimbo, o problema fica resolvido”.
Na primeira fase, o projecto prevê a recolha de todos os produtos químicos armazenados e a sua colocação em contentores que vão ser selados e isolados.
Depois segue-se a limpeza e neutralização dos dois armazéns dos produtos químicos e posterior demolição. O processo de colocação de inertes nos contentores com os produtos tóxicos selados vai ser acompanhado do isolamento dos produtos numa zona afastada do perímetro da fábrica inviolável à população e aos animais, para depois, em condições de segurança, serem transportados para um outro local onde não haja perigo para a vida das pessoas e animais.“Depois de vários anos de promessas, já vemos uma luz ao fundo do túnel. Provavelmente na próxima segunda-feira, os técnicos começam a primeira fase do projecto, com a montagem dos estaleiros”, garantiu a directora provincial da Indústria.
A responsável da Indústria em Benguela reconhece que só agora, “com o posicionamento firme do Governo Provincial, devido ao agravamento da situação”, o Ministério da Indústria deu instruções para que fosse assinado o contrato com a Empresa Águas de Angola.


Produtos tóxicos



Relativamente ao facto de existirem trabalhadores da fábrica de celulose afectadas pela exposição permanente aos produtos químicos, a directora provincial da Indústria diz que só tomou conhecimento da situação quando no passado mês de Março um incêndio deflagrou no recinto da fábrica e fez com que várias pessoas fossem parar ao hospital.

Desde esse momento, a comissão de gestão da Celulose foi instruída pela Direcção Provincial da Indústria para fornecer aos 122 trabalhadores doses diárias de leite para desintoxicação e foram recomendados procedimentos para que evitem contacto directo com os produtos tóxicos. Na fábrica do Alto Catumbela há cloro, que à temperatura ambiente está no estado gasoso.
De coloração amarela esverdeada, o cloro é um gás extremamente tóxico e de cheiro irritante.O Cloro é igualmente utilizado para tratar a água de consumo, dissolvendo-se nela. Também é usado como branqueador na produção do papel, apesar de já ter sido substituído pelo dióxido de cloro.
O Clorato de Sódio é principalmente usado para o branqueamento da polpa de celulose, mas também é usado como herbicida. É considerado fototóxico para as partes verdes das plantas, mas também pode matar por absorção pelas raízes.
 O Sulfito de Sódio, conhecido quimicamente por Ácido Sulfuroso, é um conservante usado em alimentos. O seu pó pode causar irritações respiratórias e reacções alérgicas. A sua ingestão em doses altas pode causar perturbações na circulação sanguínea, diarreia e depressão do sistema nervoso central.
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Conselho Social analisa combate à pobreza em Caimbambo



Caimbambo – O grau de implementação do programa integrado de desenvolvimento rural e combate à pobreza, que inscreve acções nos domínios da educação, saúde, agricultura, comércio, energia, águas e vias de comunicação domina hoje a 2ª sessão ordinária do Conselho Municipal de Auscultação e Concertação Social de Caimbambo, província de Benguela.
 
Segundo um programa chegado à Angop, o conselho vai avaliar o actual estado de desenvolvimento socio-económico de Caimbambo, com realce para o programa “Água para Todos” e o processo de crédito agrícola de campanha, que visa melhorar as condições de vida das populações no meio rural, por meio do combate à fome e relançamento da produção nacional.
 
Na reunião, a qual vai presidir o administrador municipal de Caimbambo, Jacinto Tomé Amáro, os participantes devem receber informações relacionadas com o nível de execução das obras de infra-estruturas sociais com impacto a vida dos munícipes e da campanha de vacinação do gado bovino na região.
 
Da agenda do evento consta ainda a discussão e aprovação do relatório da administração referente ao 1º trimestre do ano em curso e o plano de actividades para o 2º semestre de
2011.
 
A Angop soube que o município de Caimbambo beneficiou de Janeiro a presente data dois centros de saúde e igual número de residências para enfermeiros, construídas nas comunas de Cayave e Wiya-Ngombe.
 
A par disso, foram vacinadas desde Abril mais de 35 mil cabeças de gado bovino contra a peripneumonia contagiosa, carbúnculo hemático e dermatite nodular.
 
O gado é uma das riquezas de destaque que serviu sempre de suporte a economia de Caimbambo, que também possui condições favoráveis para a cultura do abacateiro, amendoim, ananás, bananeira, batata-doce, mandioqueira, plantas aromáticas, hortícolas, sisal e tabaco.
 
Com uma população estimada em 84.399 habitantes, cujas actividades principais são a agricultura e pecuária, o município de Caimbambo ocupa uma superfície de 3.285 quilómetros quadrados, correspondente a 8,25 porcento do território da província de Benguela. Além da sede municipal, tem as comunas de Canhamela, Catengue,Cayave e Wiya-Ngombe.
 
O município de Caimbambo, localizado a 116 quilómetros a sul da cidade de Benguela, é caracterizado por um clima tropical semi-húmido, o que torna a região seca devido às irregularidades das chuvas, o que tem vindo a comprometer em quase todos os anos a cultura alimentar.

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Programa água para todos estende-se às aldeias e povoações de Chindumbo




Balombo - As aldeias e povoações da comuna do Chindumbo, município do Balombo, província de Benguela, vão contar a partir dos próximos meses com água canalizada e tratada, no âmbito do programa água para todos implementado na comuna desde 2009.



De acordo com o Administrador comunal do Chindumbo, Loth Vidal, que falava hoje, terça-feira, à Angop, há garantias da administração municipal estender o programa a mais aldeias e povoações da comuna, para que as populações tenham acesso ao produto.



Adiantou que a comuna do Chindumbo tem cerca de 69 aldeias e três povoações, com uma população estimada em 29 mil habitantes, que ainda consomem água não canalizada e tratada.



Segundo o administrador, na sede da comuna do Chindumbo e de duas Aldeias adjacentes, a 30 quilómetros da sede municipal do Balombo, mais de 3.500 pessoas beneficiam de água canalizada e tratada desde 2009, no âmbito do Programa água para todos.



Avançou que o programa, para além da instalação de torneiras, inclui chafarizes e lavandarias, permitindo que as populações beneficiárias deixem de percorrer longas distâncias à procura de água.



O programa água para todos no município do Balombo foi implementado a partir de 2008 e abrangeu apenas as sedes das comunas do Chindumbo e Chingongo.
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Produtos da Casa do Gaiato alimentam hotéis da cidade



A Casa do Gaiato, em Benguela, vai passar a fornecer produtos agrícolas às unidades hoteleiras e comerciais do Grupo Imogestim nesta província, anunciou o assessor de comunicação, Mário Guerra, durante um acto de doação de bens industriais a essa instituição de beneficência da Igreja Católica.

Segundo Mário Guerra, o acto enquadra-se no programa de responsabilidade social deste grupo, com o objectivo de apoiar as comunidades mais carentes. “O facto de a Casa do Gaiato estar a efectuar um trabalho de educação e formação em actividades profissionais em benefício de crianças e jovens carenciados, levou a que nos associássemos a esta causa da Igreja Católica”.

Garantiu, igualmente, que o apoio à Casa do Gaiato não se restringe apenas às necessidade imediatas, uma vez que daqui em diante os formandos internos e externos daquela instituição de beneficência serão, no futuro, integrados e absorvidos pelas unidades económicas ligadas ao Grupo Imogestim.

A Casa do Gaiato possui uma importante unidade de produção agrícola na zona do Cavaco que poderá abastecer o hotel Términus do Grupo Imogestim na cidade do Lobito, acrescentou Mário Guerra.

Em Abril do próximo ano, acrescentou, o Grupo vai inaugurar um novo hotel no Lobito que poderá integrar aqueles alunos que estiverem mais avançados e que tiverem um nível académico aceitável. 

Além do hotel Términus, no Lobito, o Grupo Imogestim explora em Benguela a área turística do Parque Nacional da Chimalavera no Dombe Grande.

A Casa do Gaiato alberga 110 crianças e adolescentes de comunidades carentes e, além da vasta área agrícola, possui uma oficina, carpintaria, serralharia e áreas de pintura e electricidade.
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Disponibilizados dois mil lotes para habitação no Lobito




Lobito – Administração Municipal do Lobito, na província de Benguela, iniciou hoje (quinta-feira) na comuna da Catumbela, o processo de regularização e entrega de dois mil lotes para a auto-construção dirigida de habitação.


O processo teve início no bairro de Vimbalambi, povoação do Gama, com a entrega de 30 títulos aos cidadãos residentes naquela circunscrição.


Falando no acto, o administrador municipal adjunto do Lobito, António Manuel Tchimbili, afirmou que a regularização e entrega de lotes se enquadra no programa de habitação gizado pelo Executivo Angolano que visa proporcionar condições dignas aos cidadãos.


O responsável aproveitou a oportunidade para informar que o programa do Executivo sobre a habitação será feito na base de duas vertentes sendo a primeira em que o governo e parceiros serão responsáveis pela construção de moradias sociais.


A segunda, de acordo com a fonte, o governo através das administrações que procederão à distribuição de terrenos aos cidadãos de modo que cada um construa sua moradia de acordo  com as suas capacidades.
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Decorrem actividades em alusão aos 46 anos de Balombo



Balombo - Várias actividades de carácter ambiental, cultural, desportivo, social, política e recreativa decorrem desde o último fim de semana, no município do Balombo, província de Benguela, visando saudar o quadragésimo sexto aniversário da ascensão da localidade à categoria de vila, que se assinala a 3 de Junho próximo.
 
Segundo a coordenadora da comissão municipal de efemérides, Lúcia Chilepa Moisés, em declarações hoje, segunda-feira, ao Bengueleno, estão em curso palestras sobre "a sinistralidade rodoviária e delinquência juvenil", "municipalização dos serviços de saúde e saúde reprodutiva", "importância das Embalas" e "família tradicional e família moderna".
 
Referiu que, o programa inscreve ainda campanhas de embelezamento na vila e zona turística do Cota-cota, visita a locais históricos e um quadrangular de futebol.
 
Lúcia Chilepa Moisés, que igualmente é administradora municipal adjunta do Balombo, revelou que a participação dos munícipes nas actividades é satisfatória, com destaque para os jovens.
 
Realçou que as festas da vila, criada pela Portaria 1.406 de 13 de Dezembro de 1965, são comemoradas simultaneamente com o dia do município elevado à categoria de Conselho a 3 de Junho de 1955.
 
Quanto a existência da localidade, a Angop apurou do seu historial que, foi o tenente de segunda linha, Luís Gomes Sambo que fundou o Posto Administrativo do Balombo em 1913, tendo pertencido sucessivamente aos Conselhos do Bailundo (em 1914) ao do Lomduimbali (em 1924/1926) e em 1934/ 1955 ao Conselho do Lobito.
 
O historial realça ainda que, a denominação de Balombo vem de "Ombala - Yalombo", atribuída pelos povos e comerciantes provenientes do Bailundo, já que a localidade era tida como ponto de descanso de muitas caravanas vindas tanto do interior como do litoral.
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Ganda regista restrições no fornecimento de energia eléctrica





Ganda - O município da Ganda, província de Benguela, regista restrições no fornecimento de energia eléctrica, devido a incapacidade funcional do único grupo gerador existente na circunscrição.
 
Segundo o assistente da central eléctrica, afecto a administração local, José Magerina, a falta de limpeza e substituição de filtros de óleo é a causa principal da actual incapacidade do normal funcionamento do grupo gerador, com capacidade de produzir 550 kvs.
 
"Neste momento, o grupo só aguenta apenas o fornecimento de energia eléctrica doméstico para os sectores A, B e a área de iluminação pública, enquanto que os sectores C1 e C2 ficam privados de abastecimento", disse.
 
A Angop soube que a Administração Municipal da Ganda já solicitou da equipa técnica em Benguela, encarregue da assistência e manutenção do grupo gerador, para resolver a situação.
 
Por seu turno, o chefe da secção da administração para área eléctrica, Alberto Kadimba, garantiu que esforços estão a ser feitos para que esta semana seja solucionado o problema.
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Especialistas de Benguela aprimoram conhecimentos em medicina legal no Huambo



 Trinta especialistas da polícia judiciária afectos a Região Militar Centro, as províncias de Benguela, Kwanza sul, Bié e Huambo, participam desde hoje, segunda-feira, nesta cidade, num seminário de capacitação onde vão aprimorar conhecimentos sobre medicina legal.

 
O evento, uma iniciativa da direcção da Polícia Judiciária do Estado Maior General das FAA com a duração de cinco dias, vai aprimorar conhecimentos sobre noções de anatomia humana, repartições de medicina legal, as fisiologias, toumatologia, sexologia, antropologia, psiquiatria e toxicologia forense entre outras.

 
A cerimónia de abertura do seminário de capacitação sobre medicina legal, foi orientada pelo presidente do tribunal militar da Região Militar Centro, Coronel Eurico de Matos Pereira, o qual apelou os especialistas no sentido de acatarem bem as matérias, por constituírem ferramentas para esclarecimento dos factos de interesse da justiça.

 
"Muitas questões serão levantadas, discutidas e analisadas com a experiência que caracteriza os participantes, mas saberão encontrar caminhos para dar solução aos vários problemas existentes a nível da especialidade, consolidado o nível de organização, maior maturidade técnica, cientifica, intelectual e moral que corresponda com os anseios da região", destacou.

 
O juiz militar exortou um engajamento adequado e sacrifício de todos por ser imprescindível para o asseguramento mais estável e oportuno do órgão da polícia judicial ao nível da região militar centro, por forma  a corresponderem com as exigências da modernização das Forças Armadas Angolanas.

 
O evento tem por objectivo elevar o grau de conhecimentos em matérias de justiça, para desenvolverem melhor as tarefas acometidas na tarefa de medicina legal.
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Professores de Caimbambo aprimoram conhecimentos pedagógicos




Caimbambo - Mais de oitocentos professores do ensino primário do município de Caimbambo, 116 quilómetros sul da cidade de Benguela, frequentam desde segunda-feira última, um seminário de capacitação sobre a metodologia de ensino, promovido pela Repartição Municipal da Educação.


Segundo o chefe da Repartição da Educação, Ciência e Tecnologia de Caimbambo, João Dambuca, que falava ao Bengueleno, o seminário visa dotar os participantes de noções elementares psico-pedagógicas para o exercício da actividade docente.  


João Dambuca frisou que sete formadores locais asseguram o evento, com  duração de cinco dias, onde os docentes serão dotados de conhecimentos ligados a lei de base do ensino, elaboração do plano de aula, processo de reforma educativa, métodos de ensino, avaliação e processo de facilitação.


Avançou que com a criação de zonas de influência pedagógica (ZIP), a acção de género, arrancou em simultâneo nas sedes comunal da Canhamela, Catengue e do Wiyangombe.


A Repartição Municipal da Educação de Caimbambo controla actualmente mais de 900 docentes primários auxiliares, na sua maioria sem agregação pedagógica, repartidos em 99 escolas.
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UNITA adverte que Angola pode viver revolta popular



Benguela - Adalberto da Costa Júnior (Na Foto), Secretário Nacional para o Património da UNITA, disse em Benguela que, o país pode enfrentar uma revolta popular à semelhança do que aconteceu na Tunísia, se o Parlamento Angolano vier a chumbar a proposta de lei eleitoral apresentada a Assembleia Nacional pelo maior partido na oposição angolana.

Falando a imprensa o político referiu que, os processos democráticos em Angola ficaram desequilibrados com as eleições de 2008, que foram uma fraude, lembrando que o seu partido aceitou os resultados eleitorais para assegurar a estabilidade dum país que saiu de um longo período de conflito armado.

Para o dirigente partidário, “Angola precisa de uma nova Lei Eleitoral que se conforme com os princípios democráticos, ao contrario do que decorreu em 2008.”

Adalberto da Costa Júnior informou que o projecto Lei da sua formação partidária regula apenas as eleições gerais e não as autarquias, defendendo que, o registo eleitoral seja executado pelo Ministério da Justiça e não pelo Ministério Administração do Território, e certificado pela Administração Eleitoral e fiscalizado pelos partidos políticos.

Considera fundamental a publicação anual pela Comissão Nacional Eleitoral a declaração de certificação dos cadernos eleitorais, actualizados.

O projecto de lei, que se apresenta dividido em 10 títulos e 20 capítulos, num total de 284 artigos, realça a obrigatoriedade dos cadernos eleitorais em todas as assembleias de voto e controlo da identidade biométrica do eleitor, acrescida da tinta indelével como garantia da identidade e da não repetição do voto.

A UNITA no seu projecto lei exige a criação de uma Comissão eleitoral Independente do poder executivo.
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Ganda ganha escola de formação de professores





Ganda - O município da Ganda, 201 quilómetros da cidade de Benguela, ganhou nesta segunda-feira uma escola de formação de professores, com capacidade para 360 alunos.
A escola possui quatro salas de aulas, dois gabinetes de direcção e a área pedagógico e tem matriculado, neste presente ano lectivo, 75 estudantes que serão assegurados por 14 professores.
A calendarização foi reajustada para que as aulas terminem em Dezembro, com base no plano nacional estabelecido pelo sector da educação.
Na ocasião, o administrador municipal da Ganda, Caetano Mateus Lopes, disse que, com esta acção, deu-se mais um passo para a melhoria da qualidade de quadros do município, sublinhando que brevemente entrará em funcionamento um Instituto Médio Politécnico, cujas obras estão em fase conclusiva.
Por seu turno, o chefe do departamento provincial de inspecção, Roberto Jhonston, disse que, deste modo, está-se a cumprir com as exigências da reforma educativa em curso no país, que particulariza a capacitação dos quadros e a criação de condições para um ensino de qualidade.
A representante da direcção provincial do magistério primário de Benguela, Justina Maristela, garantiu assegurar apoio metodológico para que o "produto final" desta escola não seja da sede.  
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Estudantes concluem mestrado em geociências




 
Benguela - Vinte e nove estudantes da província de Benguela concluíram, na cidade do Lubango (Huila), o mestrado em geociências, ramo do ambiente e ordenamento do território.
 
De acordo com o coordenador do curso de mestrado, José Manuel Azevedo, que falava hoje ao Bengueleno, o curso foi administrado pela Universidade de Coimbra (Portugal), numa parceira com a Universidade Privada de Angola (Upra). Contou com 35 estudantes das províncias de Benguela, Huíla e Namíbe.
 
José Manuel Azevedo disse que esta fase constitui o culminar do terceiro ano lectivo e o segundo ano de realizações de teses de mestrado em Angola.
 
Augura que a cooperação continua ou evolua para outras áreas no domínio da geociências para estudos mais acabados.
 
Considera importante a acção no domínio das ciências da terra na área do ambiente e ordenamento, para um país que se encontra numa fase de desenvolvimento muito acelerado, não só para potenciar todos os recursos naturais que já existem, mas explorar e crescer de uma forma ordenada e organizada sem erros, facilitar o enquadramento angolano actual.
 
Para o professor de Seminário de Geologia e Ordenamento, Alexandre Tavares, as competências que se adquirirem farão a diferença a uma geração para a concretização de objectivos e ordenamento do território.
 
Alexandre Tavares acredita que será um desafio de desenvolvimento quer urbano, quer para o exercício da própria cidadania em cada angolano.
 
Sublinhou também que a aproximação entre as duas universidades vai enriquecer ambas instituições, as pessoas e criar uma dinâmica de resolução de problemas que não são de resolução imediata, mas sim a curto e médio prazo.
 
O catedrático afirmou ainda ser necessário haver um orgulho nacional na formação de mais técnicos, para haver sucesso num futuro a médio prazo.
 
 Na sua maioria, os estudantes da província de Benguela, que frequentaram a fase curricular do mestrado na cidade do Lubango, desde Outubro de 2010, tiveram 12 disciplinas, como cartografia temática e detecção remota, análise a riscos naturais, geoquímica ambiental, seminário de geologia ambiental.
 
Bacias fluviais e sistemas costeiros, recursos hídricos foram entre outras todas aulas presenciais e de campos nas províncias de Benguela, Huíla e Namíbe.
 
Terminada a fase curricular, os discentes vão, a partir do dia 24 de Junho próximo, frequentar um estágio curricular em Coimbra e posteriormente escolher os temas pelos quais deverão preparar e defender.
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Docente defende aplicação da Lei sobre Território no país




Benguela - A necessidade de criação de condições para que as leis sobre o ordenamento do território em Angola sejam aplicáveis e reconhecidas pelos cidadãos e políticos como objecto de conciliação nacional de gestão do território foi advogada pelo docente universitário português, Alexandre Tavares.


Em entrevista recente ao Bengueleno, no final de um curso de mestrado sobre geociências, na cidade do Lubango, o interlocutor ressaltou que a República de Angola não parte do "zero", no  domínio do ordenamento do território, por ter já aprovados diplomas legais que sustentam a gestão do país no que as ciência da terra diz respeito.


Sublinhou, a propósito, que Angola tem muitos bons instrumentos legais, realçando que estes não estão a ser aplicados da melhor maneira por falta de técnicos e recursos humanos suficientemente adequados ou em número conveniente para os aplicar.


Alexandre Tavares considerou um desafio que se criarem competências e qualificações para que esses instrumentos possam ser aplicados.


"A lei por si só não faz tudo, mas, com qualificação da população e disponibilidade de recursos técnicos obtém-se diferença, sendo questão de médio prazo para a concretização destes objectivos", frisou.


Instado sobre problemas ligados à gestão dos riscos, Alexandre Tavares reconheceu que, a curto prazo em Angola, outra questão que vai ganhar dimensão, que se vê em outros países, é a acção da segurança ligada aos riscos naturais ou tecnológicos.


Focalizando o caso dos riscos naturais, disse que terá de ser equacionado em Angola o desafio relacionado com as áreas ribeirinhas e isso intercepta as factores ligadas ao ordenamento do território".


Para o interlocutor, outra questão estará ligada à gestão da ocupação de terrenos menos propícios a urbanização e que apresentam problemas de instabilidade, constituindo repto para um país cuja orla costeira é extensa, com ocupações muito presentes e elevada pressão urbanística.


Considerou que tudo deverá passar por um largo programa de gestão costeira, em que as questões do risco e de gestão ambiental hão-de estar presentes e serão fundamentais para o desenvolvimento do país, assim como o crescimento de outros sectores relacionados com as áreas citadas.
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Igor Silva vence torneio em Benguela





Benguela - O campeão nacional Igor Silva venceu domingo, em Benguela, o torneio de ciclismo com 46 minutos e 39 segundos, em saudação aos 394 anos da cidade de Ombaka.
 
Em segundo lugar ficou António Chingama e em terceiro Nilton Cravid, numa prova de 30kms.
 
Nuno Xavier, da cidade do Lubango, foi o atleta revelação.
 
Falando à Angop após a prova, Igor disse que foi um bom ensaio e espera que iniciativas continuem para o bem da modalidade.
 
Apontou que está a preparar-se para o nacional e jogos panafricanos de Setembro.
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Fernando Cacunda lidera nacional juvenil



 
Benguela - O xadrezista Fernando Cacunda, do Progresso do Sambizanga, lidera isolado com seis pontos o campeonato nacional em juvenis à entrada da sétima jornada que se disputa hoje em Benguela, após derrotar o seu colega de equipa Sílvio Famoroso.
 
Na segunda posição encontra-se Cristiano Aguiar, da Casa Branca, com 5,5 pontos, depois da vitória frente a Maholi Sabalo, da escola da Damba-Maria. Sílvio Famoroso, do Progresso do Sambizanga, e Domingos Chimbungula, da escola da Damba-Maria, ocupam as colocações imediatas, com cinco pontos. Em último estão Luís Alaine, Macovi Namibe, e Mawana Marques, polivalente Luanda.
 
A sétima jornada prevê os jogos: Cristiano Aguiar/Fernando Cacunda, Sílvio Famoroso/Domingos Chimbungula, Leonardo Nguli (escola da Damba-maria)/João de Jesus (escola da Fronteira).
 
Na classe feminina, Emlia Augusto (escola Aleluia Namibe) continua à frente com cinco pontos, ao vencer Josefa Correia (Macovi Luanda), seguida de Domingas Tavares (Macovi), que derrotou Josefina da Costa, de Malange. Na cauda está Carla Muengo, do núcleo Napoleão Francisco, sem pontuar.
 
Destaques da sétima jornada: Maria Domingas (Macovi)/Emília Augusto, Josefa Correia (Macovi)/Domingas Tavares.
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Mário Dias vence torneio nacional de tiro aos pratos





Benguela - O atleta Mário Dias, do Interclube, venceu domingo, em Benguela, o torneio nacional de tiro aos pratos, realizado no quadro das festas da cidade, assinalado a 17 do mês em curso.
 
Classificou-se na segunda posição Jorge Perestrelo, do Clube de Tiros de Benguela. Francisco Gastão, do Interclube, ficou em terceiro lugar.
 
Mário Dias, que falava ao Bengueleno depois da competição, considerou difícil a disputa do torneio, mas louvou a iniciativa do clube.
 
Por seu turno, o presidente do Clube de Tiro aos Pratos de Benguela, Álvaro Eugénio, congratulou-se com o evento. "O balanço foi positivo, correu bem. A classificação ficou dentro do previsível dos melhores atiradores nacionais", disse.
 
Participaram do torneio 40 atletas das províncias de Luanda, Huíla, Huambo, Namibe, Kwanza Sul e Benguela.
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Especialista recomenda exploração das águas subterrâneas do país




Benguela - O especialista em recursos hídricos da Universidade de Coimbra (Portugal), José Manuel Azevedo, considerou hoje, em Benguela, importante o aproveitamento equilibrado entre as águas subterrâneas e as de ocorrência superficial, em função das elevadas bacias hidrográficas existentes em todo o território angolano.
 
O especialista, que falava ao Bengueleno, no termo do curso de mestrado de geociência administrado pela universidade lusa, na cidade do Lubango, disse que Angola, à semelhança de outros países, denota também assimetrias na distribuição do líquido precioso.
 
"Há zonas extremamente secas com poucos recursos hídricos, sejam superficiais como subterrâneos e outras zonas em que elas existem com grande abundância", frisou.
 
Para o efeito, o especialista recomenda a solidariedade entre regiões, havendo necessidade de melhorar as captações de água, os sistemas de distribuição, a rede de sistema em alta e em baixa.
 
José Manuel Azevedo frisou que neste sentido se tem caminhado para em primeiro proteger as captações que já existem e eventualmente até recuperar algumas e construindo novas captações.
 
Reconheceu igualmente que o país tem feito uma aposta clara em construir um número elevado de captações de furos de água para a exploração das massas de água subterrâneas.
 
Defendeu, por outro lado, a necessidade de se recuperar as principais linhas de água, os principais rios e depois dessa fase o restabelecimento da qualidade das águas superficiais a partir também para a captação das águas superficiais.
 
Aconselhou o incremento das captações locais, fazendo furos de pequena dimensão, trabalhando em dois patamares, um em grande escala com abastecimentos muito localizados e outro em escala mais alargada a nível regional ou provincial.
 
Chamou a atenção para uma gestão equilibrada dos recursos subterrâneos, superficiais e de todo o modelo de distribuição que está a ser construído paulatinamente nesse sentido.
 
Instado a pronunciar-se sobre a problemática da estiagem que assola a região centro do país, José Manuel Azevedo disse haver um equilíbrio entre a exploração das águas superficiais com as subterrâneas.
 
Para diminuir o problema da estiagem, ressaltou a necessidade de se apostar nas captações de águas subterrâneas preparadas para responder as necessidades.
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Detido Chinês suspeito de assassinar jovem "Kinguila" Em Benguela




Benguela - O comando da polícia nacional já deteve na última semana, o cidadão chinês, acusado de ser o presumível autor da morte do jovem “kinguila”, no mês de Novembro do ano passado, na cidade de Benguela.

A detenção foi possível através de acções operativas combinadas entre Benguela e Luanda, segundo o porta-voz do comando provincial da polícia, Carlos Mota.

“ O individuo foi reconhecido mas nós não vamos nos pronunciar de forma mais profunda porque ele ainda não foi levado ao procurador provincial, para indiciá-lo da prática destes crimes” – afirmou.

Segundo Carlos Mota, “ existem todos os meios de prova”.

“Um trabalho aturado que começou aqui na província de Benguela. Houve coordenação e o resultado foi a detenção deste indivíduo de nacionalidade chinesa” – acrescentou.

A polícia nacional já comunicou esta detenção às entidades chinesas em Angola, segundo aquele oficial da polícia.

“ Fizemos as comunicações devidas quer á embaixada, quer a outros organismos a que ele se calhar está vinculado. Não temos a plena certeza disso. Aquilo que ele nos vai dizendo preparamos e então nós fizemos as comunicações” – assegurou.

A reportagem da Ecclesia deslocou-se esta manhã à parada onde o jovem comprava e vendia a moeda norte-americana.

No local, os seus companheiros reagiram com satisfação à detenção do presumível autor do crime.

“ Que a polícia faça um trabalho transparente, para vermos o assassino que levou o nosso colega à morte” – pediu um dos colegas do jovem assassinado.

De recordar que o jovem foi morto e roubado 30 mil dólares norte-americanos.
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Programa "Água Para Todos" chega à comuna do Biópio





Lobito - Perto de dois mil habitantes da sede comunal do Biópio, no Lobito, província de Benguela, têm garantido o fornecimento de água potável, no quadro do "Programa Água Para Todos" gizado pelo Executivo, afirmou hoje o administrador daquela circunscrição, Alfredo Jónico.
 
Em declarações a imprensa, o administrador informou que depois da montagem do sistema de captação e tratamento do precioso líquido está em curso o trabalho de canalização para os dois bairros que compõem a sede comunal.
 
Para além da canalização para os domicílios (residências), de acordo com o administrador, também estão em curso obras de construção de chafarizes e das lavandarias nos dois bairros.
 
Alfredo Jónico acredita que com o fornecimento da água tratada várias doenças hídricas como as diarreias agudas e febre tifóide poderão reduzir no seio das comunidades.
 
O "Programa Água Para Todos" já é um facto nas comunas da Canjala e Egipto Praia, devendo se estender nos próximos dias para as povoações do Culango e da Hanha do Norte.
 
 A par do "Programa Água Para Todos" que está a ser desenvolvido nas comunas do interior do município, ao nível da cidade do Lobito e vila da Catumbela decorrem trabalho da terceira fase do "Projecto Águas de Benguela".
 
 A terceira fase do "Projecto Águas de Benguela" já em curso há mais de 90 dias e compreende o fornecimento do preciso líquido aos bairros que eram abastecidos pelo sistema antigo.
 
O referido projecto, iniciado em 2006, já beneficia mais de um milhão 700 mil habitantes das cidades do Lobito, Benguela, Catumbela e Baia Farta.
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